ANÁLISE DA FORÇA MUSCULAR DE MEMBROS SUPERIORES NA ATROFIA MUSCULAR ESPINHAL TIPO III PELO TESTE DO ESFIGMOMANÔMETRO MODIFICADO APÓS APLICAÇÃO DO MÉTODO DOS ANÉIS DE BAD RAGAZ - ESTUDO DE CASO.

Autores/as

  • Alef Oliveira de Sousa
  • Patrícia Passos Martins
  • Paulo Deud Lima
  • Douglas Alves Ferreira

Palabras clave:

Atrofia Muscular Espinhal; Hidroterapia; Esfigmomanômetro

Resumen

Introdução: A atrofia muscular espinhal (AME) é uma doença neuromuscular de herança autossômica recessiva, que afeta o corpo do neurônio motor no corno anterior da medula espinhal, levando à degeneração desses neurônios motores (SOARES et al, 2006). A AME tipo III ou doença de Kugelberg-Welander, é caracterizada por suas manifestações clínicas terem início entre os cinco e quinze anos de idade. Quanto mais tarde a sua manifestação ocorrer, mais benigna a sua evolução. Entre as alterações pode-se citar o comprometimento muscular simétrico e de predomínio proximal. Segundo Félix et al, (2008) o Método dos Anéis de Bad Ragaz é uma técnica da hidroterapia que correlaciona a flutuação do paciente com o auxílio de flutuadores em forma de anéis em quatro regiões do corpo: cervical, pélvica, joelhos e tornozelos e a execução de exercícios funcionais que se baseiam na técnica de facilitação neuromuscular proprioceptiva (FNP), de Kabat. Metodologia: Participou do presente estudo um paciente com diagnóstico de Atrofia Muscular Espinhal tipo III, com déficit de força muscular em membros superiores, inferiores e tronco. Foi analisado o grau de força muscular de membros superiores através do Teste do Esfigmomanômetro Modificado antes e após a aplicação de um protocolo de exercícios pré-estabelecidos utilizando o Método dos anéis de Bad Ragaz. Resultados: Observou-se que após 10 sessões de exercícios hidroterapêuticos, houve uma discreta melhora na força muscular em torno de todas as articulações avaliadas, porém, nem todos os movimentos obtiveram resultados positivos, e alguns permaneceram estáveis sem sofrer nenhuma alteração. Conclusão: Sendo a AME tipo III uma patologia caracterizada pela diminuição de força muscular, se faz importante a intervenção fisioterapêutica com objetivo de retardar ao máximo a evolução da doença, promovendo, dentro das possibilidades, a manutenção da força muscular, a adequação do tônus, a melhora da resistência e da capacidade funcional do corpo de um modo geral.

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Publicado

2018-12-27

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ANÁLISE DA FORÇA MUSCULAR DE MEMBROS SUPERIORES NA ATROFIA MUSCULAR ESPINHAL TIPO III PELO TESTE DO ESFIGMOMANÔMETRO MODIFICADO APÓS APLICAÇÃO DO MÉTODO DOS ANÉIS DE BAD RAGAZ - ESTUDO DE CASO. (2018). Functional Plant Breeding Journal, 4(3). https://reinpec.cc/index.php/reinpec/article/view/250